sábado, 10 de maio de 2008


Recife, 10 de maio de 2008

escrito agorinha num lugarzinho qualquer



Solidão, silêncio, dor
Ausência, afastamento
Confusão de sentimentos
Preso dentro dos próprios pensamentos
Algemado por idéias conflitantes
Sufocados por olhares nada límpidos
Acorrentado por palavras
Nem tudo que parece é
Nem os próprios casulos que criamos
Nem as asas que cortamos
A imaginação pode ser o nosso algoz ou a nossa libertação.
Não fuja, não se amendontre
Continue voando
Comparecendo
Abrilhantando
Não se assute
Com tão pouco de um tanto
Siga o caminho sem olhar para trás
O olhar não pode deter, nem aprisionar.


(desculpe, se não entendeu, apenas escrevo, aqui ou lá, e levo)

3 comentários:

Roberto Mauro disse...

em certos momentos, não tento entender um todo.Vou lendo frase por frase, e sentindo cada uma.
Vou lendo minhas palavras em tuas mãos, vou vendo meu modo de ver em teus pensamentos.
Vou me misturando em voce, e me sinto......

Um beijo Paula Barros......!!

Vanna disse...

Assim somos nós, um excesso d antíteses.
Bjs

sergio disse...

A quem escrevestes não importa mas sim, as palavras colocadas no momento certo! bj