quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Eu e o bichinho




Desci para ir trabalhar e lá estava este faceiro bichinho no retrovisor. Olhei. Logo lembrei de Armindo, dos muitos bicinhos que vejo no blog dele. Este estava me esperando. 

Pensei em bater um foto, não estava com a máquina. Voltei ao apartamento para pegar a máquina, torcendo para ele continuar onde estava. Ele continuou, mas com a minha aproximação ele foi caminhando, e eu o perseguindo. Quase desisto.  As fotos não ficaram como eu queria. Minha paciência não ajuda muito. Acho, que a máquina também não.

5 comentários:

Memória de Elefante disse...

As palavras renunciam a qualquer escrita,basta deixar a emoção falar no "click"do olhar!


Um beijo

Rafael Castellar das Neves disse...

Que beleza!! Ela em si, mas onde foi encontrada...muito legal! Comentei estes dias que praticamente não vejo mais borboletas!

[]s

Uelton Gomes disse...

Olá Paula!

Sabe Paula, o momento da fotografia me fascina mais que a qualidade da foto, a boa foto é aquela que vc consegue trasmitir o que viu. E nesse foto e como em todas as outras que vc nos mostrou no blog sõa perfeitas, pois nela mostra cada momento vivido por vc.

P.S. Lendo que vc voltou para pegar a máquina me fez me lmbra de mim quando sair do trabalho e vi a lua cheia olhando para mim e pedindo uma fotografia, pena qua não tive a mesma sorte que vc pq quando cheguei em casa a lua já tinha ido embora.
rs

Fortes Abraços! Gosto muito dos seus blogs.

Multiolhares disse...

são seres vivos como nós que vagueiam pelo mundo, uns mais belos outros menos e estou a referir-me ao teu poste anterior mas todos fazem parte deste mundo e todos são importantes no seu desenvolvimento
Bj

Marcantonio disse...

Olá, Paula. Pelo jeito hoje foi um dia de viver certas sincronicidades nostálgicas. Vim visitar o seu blog e encontrei aqui esse bichinho tão emblemático para mim. Em João Pessoa costumavam chamá-lo de 'soldadinho', e eu tinha uma ternura por esse trocinho. Tão dócil e contemplativo é ele. Um dia eu percebi que um deles pegava uma carona no meu ombro, feito papagaio; não estava nem aí, tão tranquilo. A gente o pega com facilidade, o muda de lugar e ele fica lá quieto. Um barato esse soldadinho! Também o vi no Recife, mas aqui no Sudeste não tem.
É, sou do Rio, mas tenho uma relação de alumbramento com João Pessoa e uma vontade grande de conhecer todo o Nordeste. E, infelizmente, a minha terra que seca e me desinteressa, como mencionei lá na Mai, é mesmo o Rio. Mas, deixe estar.
Gostei dos seu blogs. E, ó, concordo com tudo o que você fala, no outro, a respeito dos comentários. Eu volto.

Abraço.