quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Jardim Botânico do Rio de Janeiro-08




O olhar do outro para o mundo
Faz despertar em mim olhares, sons, cheiros....lembranças

O olhar do outro para o cotidiano
Faz descobrir em mim eu mesma

Quando me identifico com o que o outro olha e sente
É porque pulsa dentro de mim a vida

E neste pulsar
Me percebo viva

3 comentários:

Uelton Gomes disse...

Olá Paula.

Poxa assim vc me deixa confuso tantos lugares bonitos que vc já visitou, vou pedi conselhos para vc de onde devo passar minhas férias, pq pelo jeito vc conhece o Brasil inteiro.rsrsrs

Abraços

Eurico disse...

É pelo olhar que chegamos primeiro ao mundo...
Ver é um privilégio. Até pq uns olham mas não conseguem ver e resvalam pelas coisas sem lhes alcançar o sentido.
O olhar e ver o trivial, o comum das coisas nos leva mesmo a essa descoberta, Paulinha, que os gregos já chamavam de "aletheia".
Mas a maior percepção e que tu mostras ao final do teu poema é a da vida, a de se saber vivo... em mim pulsa algo agora, isso é o que sinto pq vejo contigo, com o outro. Em mim pulsa também isso: a Vida!

Grato por tudo!

BRANCAMAR disse...

Olá Paula,

Lindíssima esta imagem e o poema é muito significativo, transmite tão bem o que sente de uma forma tão sensível!
Viagens que fazemos ao interior de nós e da vida, no encontro com os outros.

Beijinhos
Branca