sábado, 28 de agosto de 2010

Praça Euclides da Cunha

Concebida por Burle Marx em 1935, assim denominada em homenagem ao célebre escritor de "Os Sertões". Reproduzia um cenário do sertão nordestino em pleno litoral pernambucano, segundo sua concepção de jardim educativo. No final da década de 1950, a escultura de um cangaceiro, de autoria do pernambucano Abelardo da Hora, complementou as idéias do artista.

Também conhecida como a Praça do Internacional pela presença do Clube Internacional.
















Com o passar dos anos o projeto original foi sendo descaracterizado. Em 2004 a Praça foi restaurada segundo o projeto original. No projeto original o canteiro central é dedicado às cactáceas - como a coroa-de-frade, o facheiro e o xique-ixqwue, e alamedas nas boerdas com cortinas de árvores - como o pau-ferro, o pau-d'arco e o juazeiro, todas elas espécies vegetais da Caatinga.


Fonte dos dados: Cartilha produzida por Ana Rita Sá Carneiro, Fátima Mafra, Aline Figueirôa.

3 comentários:

O Profeta disse...

Só, sou ilha plantada no Oceano
Açoitada por ventos de paixão
De manto verde me deito em seu colo
Esperando descobrir na bruma o rosto da contradição

Descobri uma singela e simples coisa
No meio daquilo que pensei ser mágoa
Que depois de separar o sal de uma lágrima
Ficou este ser feito de...Agua...


Doce beijo

Memória de Elefante disse...

Um dos maiores paisagistas de nosso século fez uso intenso da vegetação nativa nacional e começou a ganhar renome por seu trabalho aí em Pernambuco, sendo convidado a partir de então a projetar os jardins pelo mundo.

Gostei imenso de tuas fotos !

Um beijo

Roberto M. Alves disse...

Muito interessante esse post. A segunda foto de cima para baixo parece uma pintura. Gostei das explicações,estão bem didáticas.

Grande abraço e um ótimo domingo.