Poema escrito por Benno num comentário interativo no outro blog.
sou tua nau
és meu mar
singro tua espuma
na serenitude da noite
sem ponto de partida
sem destino e sem porto
(o amor está sempre perdido
na imensidão de um oceano)
sou tua nau
és meu mar
o mar que és para mim
é um não
a nau que te sou
é um sim
(o amor é um paradoxo
que costeia um continente)
nosso encontro
é um singrar sem fim
areia e sal ao vento
fica parado o tempo
(o amor é uma ponte
entre os portos mais distantes)
sou tua nau
és meu mar
singro tua espuma
na serenitude da noite
sem ponto de partida
sem destino e sem porto
(o amor está sempre perdido
na imensidão de um oceano)
sou tua nau
és meu mar
o mar que és para mim
é um não
a nau que te sou
é um sim
(o amor é um paradoxo
que costeia um continente)
nosso encontro
é um singrar sem fim
areia e sal ao vento
fica parado o tempo
(o amor é uma ponte
entre os portos mais distantes)
Foto: Santa Catarina